Como se não fosse bizarro o bastante o facto de querer escrever um livro cibernético, estreio-me em tal aventura com a pretensão de começar pelo fim, ou seja, pelos agradecimentos.
Pois bem, é paradoxal mas, para mim, bastante necessário.
Começo por esclarecer que esta experiência se trata disso mesmo – uma experiência. E, como tal, não sei à presente data qual poderá vir a ser o seu resultado final, apesar de alimentar a fé de que venha a tornar-se nalgo minimamente aprazível, tanto para mim enquanto escritora, quanto para quem se disponibilizar a ler as minhas palavras e embrenhar-se no enredo que irei compor futuramente.
Devo então inaugurar a parte efectiva dos meus agradecimentos dirigindo-me às pessoas que sempre me apoiaram: a minha família e os meus amigos!
À minha mãe, ao meu pai, ao meu irmão, à minha cunhada e ao meu sobrinho. Devo-vos tudo! Por isso, tenho igualmente que vos agradecer tudo. Mas, para não me tornar abusivamente extensa, reduzo-me ao mais relevante: Obrigada pelo vosso amor! É recíproco (e muito)!
D. Edite e Sr. Ângelo, D. Julieta e Sr. Humberto, Lena e Miguel, Ana e Salomé. Obrigada pelas nossas reuniões familiares, sempre tão animadas, como só nós sabemos.
Às amizades de longa data. Ana Soares, Carlos Martins, Eliana Duarte, Filipa Lopes, Joana Amaral, Joana Martins, Joana Pais, Rosa Dias, Sandra Costa. A vocês só vos pergunto como é possível ainda me aturarem? Apesar da distância que me aparta de alguns de vocês, agradeço-vos à mesma por continuarem a estar na minha vida, e pelos momentos de galhofa e boa disposição, sempre que nos voltamos a encontrar.
Às amizades de média data. Anabela Pires, Beatriz Marques, Carla Correia, Cátia Gonçalves, Rita Soares, Sandra Carreira, Sara Lopes. Obrigada por estarem comigo e me ajudarem de muitas formas (muitas vezes nem se apercebem do quanto me ensinam e me fazem aprender – há diferenças!).
Às amizades mais recentes. Diana Domingues, João Tavares, Sofia Santos. Obrigada pela liberdade e entusiasmo que me proporcionam quando partilhamos formas ímpares de viver e pensar.
Não quero deixar de agradecer a quem me deu uma mãozinha a baptizar algumas das personagens deste “Talvez um dia”.
Finalizo com um agradecimento muito especial a todos os leitores que venham a ter interesse em acompanhar este romance. Saber a vossa opinião será, para mim, super valioso! Teçam comentários, será um prazer ter o vosso feedback. :)
Cindy Sousa, 28.Setembro.2011